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Como o COVID-19 está servindo para adiantar o projeto de uma ‘nova ordem mundial’

“A organização fundamental dos estados contemporâneos ainda é claramente militar, e é exatamente isso que uma organização mundial não pode ser. Bandeiras, uniformes, hinos nacionais, patriotismo cultivado de maneira sedutora na igreja e na escola, o ufanismo, o alarido e o fanfarrão de nossas soberanias concorrentes pertencem à uma fase de desenvolvimento que a Conspiração Aberta substituirá” (H.G. Wells. “A Conspiração Aberta”)

Publicada em 1928, a obra “A Conspiração Aberta” nos oferece diversos insights sobre o que pretendem os teóricos da nova ordem mundial. Seu autor, H.G. Wells, foi, aliás, um dos fundadores da Sociedade Fabiana em 1884, a qual pretendia inserir gradualmente, na cultura, os ideais socialistas.

A ideia era tornar as pessoas socialistas sem que elas se apercebessem disso. Lamentavelmente, é possível considerar que a Sociedade Fabiana foi ardilosamente eficiente nesse processo. Afinal, como mais se poderia explicar o fato de pessoas que vivem vidas confortáveis em países de economia liberal elogiarem ditaduras socialistas como a cubana e a venezuelana?

Dessa maneira, promoção do coletivismo, violação das liberdades individuais e, mesmo, medidas para a despopulação mundial são apenas alguns dos objetivos dos artífices de uma nova ordem mundial que estão, agora, tendo o COVID-19 como pretexto, sendo levados a efeito, e isso sem qualquer esboço de uma reação realmente robusta por parte da sociedade civil, a qual talvez sequer se aperceba do que está em célere andamento.

Imersos no pânico de uma crise epidemiológica, estamos acompanhando nossas soberanias nacionais (e valores) se desfazerem diante de organizações internacionais, como ‘Organização das Nações Unidas’ (ONU) e ‘Organização Mundial da Saúde’ (OMS), as quais têm avançado os objetivos referidos acima.

Na verdade, elas foram criadas com esse propósito. Basta observarmos que os principais nomes por detrás da criação da ONU são de sujeitos posteriormente identificados como espiões soviéticos.

Solomon Adler (trabalhou para como representante do tesouro dos USA na China), Virginius Frank Coe (foi funcionário do governo dos Estados Unidos, posteriormente identificado como membro do Partido Comunista, fazendo parte do grupo de espionagem soviético conhecido como anel Silvermaster), Lawrence Duggan (economista ligado à inteligência soviética), Noel Field (espião da NKVD soviética), Harold Glasser (economista e espião soviético), para nomear apenas alguns dos diversos funcionários do alto escalão do Departamento de Estado e do Departamento do Tesouro dos USA que posteriormente, descobriu-se, por “delações” de soviéticos que desertaram para os USA, eram espiões soviéticos em altos postos no governo estadunidense.

Eles e outros agentes soviéticos a serviço do regime comunista estavam profundamente envolvidos na criação da ONU, a qual é, então, desde sua concepção, de inspiração socialista (“globalista”).

Aliás, cabe ainda notar que Alger Hiss, também funcionário do Departamento de Estado estadunidense, presidiu a conferência das Nações Unidas sobre a organização internacional que acabou levando à famosa carta da ONU de 1945. Detalhe: posteriormente ele foi denunciado como também sendo um espião soviético.

Portanto, hoje é incontestável que a ONU não é isenta, neutra, mas, sim, um instrumento fundamental criado para levar adiante a agenda (“globalista”) que pretende estabelecer uma nova ordem mundial, a qual é, por seu turno, um desdobramento de ideais socialistas reformados.

Mas é importante observar que aqui socialismo não é entendido no sentido comum do termo. Socialismo adquiriu outra nomenclatura: passou a chamar-se ‘globalismo’, ou ‘internacionalismo’.

No decorrer do século XX ganhou força a ideia de uma nova ordem mundial, a qual é essencialmente socialista. Por essa razão famílias megacapitalistas como os Rothschild, os Rockefeller, os Prescott Bush, dentre outras (como aquelas descritas no livro “Modern American Political Dynasties: A Study of Power, Family, and Political Influence”, editado por Kathleen Gronnerud), têm diligentemente tornado real a nova ordem mundial, a qual passou a ser colocada em efeito especialmente a partir do início do século XX, nomeadamente com a criação, em 1913, do ‘Federal Reserve System’ (FED).

Esse teria sido um marco rumo a uma nova ordem mundial, o qual foi articulado por J.P. Morgan e outros proeminentes financistas alinhados a ele. Por essa razão, aliás, muitos especulam que a morte de outros magnatas a bordo do Titanic, em 1912, foi “providencial” para que ocorresse a fundação do FED.

Isso porque nomes como Benjamin Guggenheim, Isidor Straus e Jacob Astor (todos magnatas importantíssimos que seriam, e isso é mera especulação, pois não há informações confiáveis sobre isso, contrários à criação do FED) estavam a bordo do famoso transatlântico construído pela ‘White Star Line’ (uma subsidiária da IMM, de J.P. Morgan, o qual cancelou sua ida na viagem inaugural do Titanic, juntamente com seu sócio, J. Bruce Ismay. Morgan teria inclusive cancelado o envio de obras de arte nos porões do Titanic).

De qualquer forma, essa não deixa de ser uma coincidência intrigante, um evento histórico com força para talvez interferir na história mundial.

Mas acima eu mencionava especialmente três estandartes que a mentalidade socialista mantém em acordo com os ‘globalistas’, a saber,
1. Coletivismo,
2. Cerceamento das liberdades individuais e 3. Medidas para a despopulação mundial.

Agora, nos perguntemos: como o fantasma do COVID-19 tem contribuído para, mediante o pânico, promover eficientemente esses propósitos?

Quanto ao coletivismo, o atual discurso propõe que precisamos encontrar “saídas globais” para a suposta crise. Apesar de não serem mais confiáveis, a ONU e sua subsidiária OMS têm ditado medidas globais, independentemente das soberanias e das diferenças locais.

Recentemente, para assegurar sua soberania, bem como pela suspeita de que a OMS não estava sendo plenamente honesta e imparcial diante do problema da suposta pandemia (não por coincidência ela estaria alinhada com os interesses da China, maior potência comunista atualmente), os USA anunciaram seu desligamento da organização.

Com efeito, em “A Conspiração Aberta” H.G. Wells também já falava claramente em uma ‘comunidade mundial’ (“world commonweal”), bem como insistia que era preciso extirpar o ‘vírus patriótico’ (“patriotic vírus”). Ou seja, ele já incitava ao coletivismo global, ao fim das soberanias nacionais.

Aliás, é digno de nota que em 1934 Wells publica, com Stalin, o livreto “Marxism versus Liberalism”, o qual revela um diálogo entre ambos.

De qualquer maneira, voltando ao livro de 1928, nele Wells é claro quanto ao objetivo da nova ordem mundial: “sua ideia política principal, sua estratégia política, é enfraquecer, apagar, incorporar ou substituir os governos existentes”.

Resta, ainda, alguma dúvida, de que o projeto escancarado por Wells está, mais do que nunca, em seu auge? Ainda há alguma dúvida de que “globalismo” é, hoje, a nova versão do socialismo?

Segundo ele, chegar a “essa comunidade mundial dos nossos desejos” “requer um controle coletivo deliberado da população como uma condição primária”. E quando ele fala em “controle”, ele se refere a um “controle coletivo da vida econômica e biológica da humanidade”. Sim, pois esses são, ainda segundo ele, “aspectos de um único e mesmo processo”.

Isso está em pleno acordo com diversas publicações da ONU ou apoiadas por ela. Por exemplo, em 1992 foi formada a “Comissão sobre Governança Global”, a qual produziu, em 1996, com total apoio do então secretário geral da ONU (Boutros Boutros Ghali), o relatório “Nossa Comunidade Global”, em que eram afirmadas ideias como a de que “a soberania deve ser exercida coletivamente”, bem como em uma “ética cívica global”.

Também é fundamental citar aqui a célebre ECO 92, realizada no Rio Janeiro (1992), a qual trouxe a tona alguns dos debates que vinham ocorrendo desde 1987 por iniciativa da Comissão Mundial das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento.

O resultado dessa iniciativa foi a ‘Carta da Terra’, posteriormente tornada pública pela “Cruz Verde Internacional”, fundada por Mikhail Gorbachev, e pelo “Conselho da Terra”, presidido por Maurice Strong (apadrinhado de David Rockefeller).

Gorbachev, certamente o nome mais conhecido, deixou claro que o comunismo não acabou em 26 de dezembro de 1991, como resultado da declaração nº. 142-Н do Soviete Supremo da União Soviética. No livro “Perestroika” ele deixa isso claro ao afirmar categoricamente:
“Estamos nos dirigindo a mais socialismo, e não o contrário. Nós o declaramos honestamente, sem tentar enganar nem nosso povo e nem o resto do mundo. Toda esperança que possamos ter de construir uma sociedade diferente, não-socialista, e passar ao outro campo é irrealista e insignificante. Aqueles, no Ocidente, que esperam que abandonemos a via socialista se desapontarão” .

Vejam: ele declara explícita e honestamente que o socialismo apenas adotou outra via rumo a “mais socialismo”. Maurice Strong, por sua vez, deixou claro: “Sou um socialista na ideologia e um capitalista no método”.

Assim, quando Gorbachev se refere a um mundo como “mais socialismo”, ele está descrevendo justamente a nova ordem mundial.

E observem o seguinte: a nova estratégia socialista tomou como base o ambientalismo, as preocupações com sustentabilidade, ou, como diz a ‘Carta da Terra’, a “construção de uma sociedade global no século XXI, que seja justa, sustentável e pacífica”.

Dessa forma, a ideia mesma de coletivismo (“sociedade global”) conduz, inevitavelmente, ao cerceamento das liberdades individuais. Afinal, na medida em somos considerados meras “peças” em uma engrenagem, já não importa nossa individualidade, a qual é a base de nossas liberdades individuais, como de nossa liberdade de expressão, de deslocamento, etc.

Assim, nossa liberdade de deslocamento está sendo, nesse contexto de uma suposta pandemia, violada. Algumas cidades determinaram toque de recolher, estão criminalizando quem passear por lugares públicos, bem como reuniões, etc. Nossa liberdade de expressão também está sob ataque, uma vez que não estão sendo permitidas manifestações que destoem da narrativa oficial (da OMS).

Mesmo pesquisadores conceituados têm suas postagens apagadas de redes sociais caso questionem seja o isolamento seja a rejeição do uso precoce da Hidroxicloroquina no tratamento do combate ao COVID-19. São acusados de “negacionismo”, de “fake news”, etc.

Ou seja, a ciência, que deveria ser o espaço para dissenso, debate, oposição de modelos distintos, tornou-se, vejam só, dogmática. E, como sabemos, o dogmatismo tradicionalmente anula a liberdade de expressão. Como questionar aquele que se diz possuidor da verdade?

E ainda poderíamos acrescentar outras liberdades atualmente abolidas, como a liberdade econômica: prefeitos e governadores simplesmente adotaram, e isso a partir de dogmas que, embora falhos, são inquestionáveis, medidas extremas de suspensão de considerável parte das atividades econômicas, causando (apenas no Brasil) centenas de milhares de empresas fechadas e, até o momento, milhões de desempregos.

Por fim, ainda há o desenvolvimento de um projeto para a despopulação mundial, o qual está nesse momento em pauta, especialmente com a insistência da ONU em tratar a questão do aborto como relativa à “saúde sexual e reprodutiva”, bem como de sustentabilidade.

Ou seja, sob o pressuposto de uma preocupação com a saúde do indivíduo e do planeta ela pretende levar a efeito severas medidas despopulacionais. O citado Mikhail Gorbachev, por exemplo, afirmou que “devemos falar mais claramente sobre sexualidade, contracepção, aborto e valores que controlem a população, pois a crise ecológica, em resumo, é a crise da população.

Corte a população em aproximadamente 90% e não haverá muitas pessoas para causar grande dano ecológico”. Atentem para isso: “corte” da população em “90%”. A ideia certamente não é nova, sendo que esteve na origem da já citada Sociedade Fabiana. Um de seus fundadores, Bertrand Russell, após comentar que as guerras frequentemente contribuíam para o controle populacional, afirma (na obra “The Impact of Science on Society”, de 1951) que a “população mundial deverá ser estacionária”, o que demandará “medidas governamentais” envolvendo “uma extensão das técnicas científicas para dentro de questões íntimas”.

Ou seja, questões sexuais/reprodutivas (íntimas) deverão constituir parte de questões de política e intervenção governamental (como a conhecida política chinesa do filho único).

Com efeito, a questão referente à despopulação mundial é não apenas delicada, mas crucial, merecendo um texto voltado unicamente para ela. Mas é importante notar que ela volta continuamente.

Organizações como a ONU insistem, incansavelmente, na necessidade de práticas que diminuam a população mundial, especialmente em países pobres. Afinal, as maiores taxas de natalidade estão em países africanos como Níger (7.1), Chade (6.7), Somália (6.1), Máli (6.0), Sudão (5.9), Burkina Faso (5.4), Burundi (5.3), Uganda (5.2) e Angola (5.1). Por outro lado, países escandinavos como a Suécia tem uma taxa de natalidade de 1.9.

Dessa forma, fica claro que o problema da despopulação é um problema de alguns países em particular, notadamente dos mais pobres. Não se trata de reduzir a população em sua totalidade: trata-se de dizimar a população de países pobres.

Para alguém que ainda tenha dúvidas, finalizo com uma fala do literato George Bernard Shaw, um dos fundadores da Sociedade Fabiana:
“Todos devem conhecer ao menos meia dúzia de pessoas que não têm utilidade nesse mundo, que são mais um problema do que aquilo que valem”.

Pergunte a eles: “Sr. Ou Sra., você será gentil o suficiente para justificar sua existência? Se não pode justificar sua existência, se não está produzindo tanto quanto consome, ou, de preferência, mais, então não podemos usar a grande organização da sociedade para mantê-lo vivo, porque sua vida não nos beneficia nem pode ser muito útil a você mesmo”.

Carlos Adriano Ferraz - (Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com estágio doutoral na State University of New York (SUNY). Foi Professor Visitante na Universidade Harvard (2010). Atualmente é professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) na graduação e no Programa de Pós-Graduação em Filosofia, no qual orienta dissertações e teses com foco em ética, filosofia política e filosofia do direito. Também é membro do movimento Docentes pela Liberdade (DPL), sendo atualmente Diretor do DPL/RS).

fonte: Jornal da cidade

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